A cada dois ou três anos, eles ameaçam uma volta. Mas neste verão dão sinais de que vieram para ficar, pelo menos nesta temporada. Seja uma versão mais malandra, como a ostentada por George Clooney, seja o estilo fininho, estampado no rosto de Brad Pitt, está cada vez mais comum ver bigodes enfeitando jovens feições masculinas. Para a consultora de estilo Bia Kawasaki, eles ainda não tinham pegado para valer porque a aceitação é bem menor do que a das barbas e dos cavanhaques. “Mas algumas coleções seguidas de moda com inspiração latina encorajaram o uso”, diz Bia.
O estudante de história Rafael Zanatto, 23 anos, já usava o adereço esporadicamente, mas amparado na tendência encabeçada pelos astros de Hollywood (Brad Pitt, inclusive, ensaiou um movimento pela volta do bigode), aderiu de vez. “O meu tem vida e morte, porque eu não consigo aparar e, às vezes, erro na hora de me barbear. Mas agora vou deixar indefinidamente”, diz Zanatto, que desenhou o seu inspirado no guitarrista Jimmy Hendrix. Vizinho e amigo de Rafael, o estudante de relações internacionais Wilson Noretti Mencaroni, 19 anos, também deixou o seu crescer. “Comecei a usar há algumas semanas. Na balada, fez sucesso”, garante.

Embora nunca tenham saído completamente de cena, os bigodes eram vistos somente no rosto de pessoas mais velhas. Mas a variedade de estilos e combinações permitidos hoje faz com que esse elemento não pese na aparência, a ponto de seu dono parecer um personagem. “Na verdade, ele ficou muito relacionado aos anos 70”, diz o stylist Rodrigo Polack, ele próprio um adepto. “O bigode voltou com uma outra cara, mais moderna. Não existe mais o visual de cafajeste de camisa aberta e corrente no pescoço”, completa. Outra referência que contribuiu para a tendência é a valorização do kitsch, presente, por exemplo, no seriado Betty, a feia. “O nerd ficou pop”, conclui.
Mas nem todos os homens ficam bem com o adorno. Como o bigode chama a atenção para o rosto, cai melhor em quem tem traços finos, como o produtor cultural Gabriel Dias Bertolim, 23 anos. “Combina com minha aparência e ajuda a passar uma imagem de alternativo, romântico”, diz. Boa desculpa para aderir à moda.

Esta é uma fábula muito popular nos países de língua inglesa, onde é conhecida como The Little Red Hen, que assim como a fábula A Formiga e a Cigarra, visa ensinar o valor do trabalho e da previdência às crianças. Coisas que os vermelhos são incapazes de entender. Existem muitas versões diferentes, aqui está a minha:
Era uma vez uma galinha ruiva que morava numa fazenda com seus três amigos: O cão preguiçoso, o gato dorminhoco e o pato barulhento.
Um dia ela encontrou alguns grãos de trigo no quintal e decidiu chamar seus amigos para ajudar a plantá-los.
"Quem me ajuda a plantar este trigo?" perguntou a galinha.
“Eu não” latiu o cão preguiçoso.
“Nem eu” miou o gato dorminhoco.
“Tô fora!” grasnou o pato barulhento.
"Então eu planto sozinha" respondeu a galinha. E assim ela fez.
Logo o trigo começou a brotar e quando a época da colheita estava próxima, ela voltou a chamar seus amigos para ajudá-la.
“Quem vai me ajudar a colher o trigo?" perguntou a galinha.
“Eu não, isso cansa” latiu o cão preguiçoso.
“Nem eu, vou dormir” miou o gato dorminhoco.
“Eu não ganho nada com isso. Tô fora!” grasnou o pato barulhento.
"Então eu colho sozinha" respondeu a galinha. E assim ela fez.
Sabendo que seus amigos não iriam colaborar, a galinha levou sozinha o trigo para o moinho e o transformou em farinha para preparar o pão, mas mesmo assim ela perguntou: "Quem vai me ajudar a preparar o pão?"
“Eu não, se alguém souber que eu trabalhei perco a bolsa-ração” latiu o cão preguiçoso.
“Nem eu, recebo pensão e seguro desemprego, vou dormir” miou o gato dorminhoco.
“Você não vai me pagar hora extra! Tô fora!” grasnou o pato barulhento.
"Então eu preparo sozinha." respondeu a galinha. E assim ela fez.
Quando os pães ficaram prontos os outros animais vieram pedir um pedaço para a galinha ruiva, que respondeu:
"Não, eu fiz os pães sozinha e sozinha vou comê-los." E assim ela fez.
Assim termina a fábula original, a galinha come os pães e os outros animais vagabundos ficam sem nada, mas aqui o final seria bem diferente:
Após se negar a dividir os pães, a galinha começou a ser insultada pelos outros animais.
“Maldita galinha burguesa! Exijo direitos iguais!” latiu o cão preguiçoso.
“Que falta de solidariedade! Sua egoísta insensível! Não sente pena dos que têm fome?!” miou o gato dorminhoco.
“Gananciosa! Capitalista! Exploradora! Eu vou tomar seus pães à força!” grasnou o pato barulhento.
Com a confusão a galinha resolveu chamar a polícia e junto com a polícia veio um burocrata do governo dizendo que ela era obrigada a dividir os pães com o governo e com os animais que nunca a ajudaram em nada.
"Mas eu fiz tudo sozinha! Plantei o trigo, colhi, fiz a farinha, assei os pães e ninguém me ajudou em nada!" reclamou a galinha.
"Sim, mas você fez tudo isso dentro desta fazenda e aqui não somos capitalistas,todos devem dividir seus lucros com os demais para manutenção da paz. Isso é justiça social." disse o burocrata.
Depois do pequeno discurso do burocrata os demais animais comemoravam enquanto a polícia confiscava os pães da galinha ruiva:
"Bem-feito! Ficou sem nada! Se ferrou galinha elitista!" gritavam histéricamente.
De posse dos pães o governo ficou com a maior parte, deixando apenas algumas fatias duras para os animais vagabundos, que comemoraram a expropriação dos pães da galinha, aplaudindo a adoção sistema de justiça social que lhes garantia migalhas.
Entretanto, depois de algum tempo eles começaram a se questionar porque nunca mais a galinha voltou a fazer pão...
Sempre se soube que a leitura exerce um papel assaz importante no desenvolvimento intelectual e cultural do indivíduo. Porém, muitas vezes, essa afirmação soava como “papo de professor para convencer os educandos a ler”. Felizmente, hoje a Neurociência desmistifica essa idéia e prova de modo inquestionável que as vantagens do ato de ler transcendem e muito o desenvolvimento do intelecto e a ampliação da bagagem cultural, o que já seria o bastante para que todos se sentissem motivados a ler. Segundo essa Ciência, a leitura é imprescindível porque ela ativa e estimula algumas áreas do cérebro que nenhuma outra atividade consegue.

Ademais, segundo especialistas dessa área, para o leitor assíduo, há outro benefício impagável: tem muito menos probabilidade de desenvolver Mal de Alzheimer. Alguns deles afirmam que são apenas 10% de chance contrapondo-se aos 90% do não-leitor. Meu querido, os benefícios mencionados acima devem motivá-lo, deixá-lo entusiasmado o suficiente para que você desenvolva o hábito da leitura. No entanto, a você que é cristão e quer desfrutar das dádivas do Criador, ser cabeça, estar por cima e não por baixo, quero deixar uma palavra especial. Como educador há muitos anos e, sobretudo, como servo do Altíssimo, tenho observado algo que não é novo, mas que é extremamente importante você saber ou recordar: as pessoas que lêem com regularidade possuem uma competência lingüística muito maior do que os não-leitores, isto é, sabem falar, escrever e interpretar textos. Por exemplo: um aluno que chega às minhas mãos no projeto denominado Educação de Jovens e Adultos (Eja), também conhecido como “Supletivo”, que lê com freqüência, mesmo que tenha ficado bastante tempo sem freqüentar a escola, tem muito mais facilidade de assimilar os conteúdos, de se expressar oralmente ou através da escrita que outro que ficou menos tempo afastado da escola mas não lê com constância.

Todos já sabemos que o Twitter é a grande mania da rede em 2009, mas quem são os usuários do serviço de microblog no Brasil? O site TwitterCentral.com.br quer responder essa pergunta com o #140br, o censo de usuários de Twitter no Brasil.
Os resultados, que são atualizados semanalmente, mostram que 97,5% dos quase 10 mil usuários que responderam ao censo até o momento têm profiles pessoais, e não empresarias. 55,31% são homens, 42,91% são mulheres e que 44,23% têm entre 19 e 24 anos.
Os que quiserem responder ao censo ou ver mais resultados podem visitar a página do #140br

Todos que têm uma impressora em casa sabe o quanto os cartuchos novos custam caro. Tanto é que, às vezes, deixamos de imprimir várias coisas para não gastar tinta.
Pensando nisso, foi criada a RITI Coffee Printer, uma impressora que pode ser recarregada com borra de café! A impressora é uma das finalistas do concurso de design de gadgets ecologicamente corretos do site Inhabitat.

De acordo com os idealizadores do projeto, é só colocar a folha de papel no local indicado, despejar os restos de café no "cartucho" e movimentá-lo de um lado para o outro. A impressora faz o resto do trabalho.
Além de não utilizar tinta e imprimir com cheiro de café, ela não necessita de energia elétrica. Isso é fantástico! Ainda mais para quem é estudante e tira xerox quase todo santo dia. Será que ela já está à venda?
Alguns anos atrás, quando o acesso à internet ainda era incipiente no âmbito dos usuários domésticos, ter um endereço pessoal online estaria tão distante de nós quanto uma viagem à Lua. Entretanto, a "inclusão digital" caminha a passos largos (em termos de Brasil, seria melhor dizer "devagar e sempre"...), e a ideia de ter um site na Web ou, mais recentemente, um blog, passou a ser uma possibilidade tangível.
Sempre tive vontade de ter meu próprio espaço online, porém sempre encontrava dificuldades durante essa idealização - falta de tempo, muito trabalho e até medo quem sabe. Talvez eu mesmo impusesse esses obstáculos. Agora chegou a hora! À pedido da professora Célia (que muito admiro), que ministra a disciplina de Teoria e Métodos de Pesquisa em Comunicação do 1º período do curso de Publicidade/Jornalismo da Unitri, a criação de um blog tornou-se inevitável. Achei isso muito bom, pois finalmente vou ter um blog, mesmo que com um pouco de atraso, visto que vários alunos já criaram seus diários virtuais há alguns meses.
Neste meu Planeta Virtual postarei sempre assuntos diversos e, sobretudo, interessantes, talvez críticos, diferentes ou engraçados. A opinião dos visitantes é fundamental para o sucesso do blog, além de permitir uma maior interatividade entre nós. Então só me resta dizer "sejam todos bem-vindos".
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